
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, declarou nesta quinta-feira (26) que o foco principal das equipes da Defesa Civil em Minas Gerais é o resgate de vítimas e o suporte a pessoas desabrigadas e desalojadas pelas fortes chuvas que assolaram a Zona da Mata mineira.
Ações emergenciais e de longo prazo
Góes destacou que, além do atendimento imediato, o governo federal está empenhado em restabelecer serviços essenciais, garantir a mobilidade urbana, promover a limpeza das cidades e iniciar o processo de reconstrução.
“A resposta ao desastre agora é assistir as pessoas, fazer a procura de desaparecidos, salvamento, cuidar de pessoas desabrigadas, desalojadas, trabalhar para o restabelecimento dos serviços públicos e a partir daí a reconstrução dos prejuízos causados”, explicou o ministro em entrevista ao programa Voz do Brasil.
Balanço da tragédia e recursos liberados
Até o momento, a tragédia acumulou 59 mortes nos municípios de Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa. As operações de busca e salvamento estão concentradas em oito frentes de atuação, sendo seis em Juiz de Fora e duas em Ubá.
A Defesa Civil Nacional já reconheceu o estado de calamidade pública em Juiz de Fora e, de forma sumária, nas cidades de Ubá e Matias Barbosa. Em resposta, o governo federal liberou mais de R$ 3 milhões para o atendimento emergencial e a reconstrução.
Compromisso com a recuperação
O ministro lamentou as vidas perdidas e reiterou o compromisso do governo em auxiliar os municípios afetados para restabelecer os serviços essenciais.
“A única coisa que a gente não pode fazer é devolver a vida das pessoas, por isso nós vamos atuar fortemente fazendo as buscas e até ter tudo resolvido, com as pontes reconstruídas, estradas, comunicação restabelecida, energia e tudo que for necessário”, concluiu Góes.
Com informações da Agência Brasil







